Jul 02
Um flagra de um torcedor do náutico em um momento de ‘rilex’ em seu ambiente de trabalho. Ele está mostrando as suas habilidades com a bola.
Esse deveria ir para a equipe.
Esse vídeo foi retirado do Blog de Primeira, que é o blog da torcida rubro-negra do Leão da Praça da Bandeira, o querido Sport. É administrado por 4 torcedores fanáticos pelo Glorioso.
Quanta coisa pra falar de uma vez só.
Seguinte. Está na justiça um processo em que os pais querem que seus filhos continuem estudando em casa, sem frequentar a escola. A constituição obriga os pais a matricularem seus filhos maiores de 7 anos na escola, quem não fizer isso pode perder a guarda dos filhos. E é isso que pode acontecer com estes pais, pois seus filhos não frequentam a escola há anos. Os pais alegam que as escolas são ruins, preferem que os filhos se eduquem em casa.
Eu tenho plena convicção de que teria sido mais feliz se não tivesse ido à escola. Eu era extremamente tímido e introvertido. Extremamente mesmo. Cansei de frequentar o SOE e conversar com psicólogas - que invariavelmente não me ajudavam em nada. Tudo isso pois ninguém entendia como eu não me enturmava. Todos dizem que a coisa boa da escola é a socialização da criança. Para mim, foi a pior. Eu sempre brigava. Da alfabetização até a 7ª série eu briguei pelo menos uma vez por ano, sendo que na alfabetização quem apanhou foi a professora - isso mesmo, eu bati na professora. Depois disso eu dei uma esticada e ninguém mais teve coragem de brigar comigo. Como resultado, minhas notas eram péssimas. Só não fui reprovado pois era obrigado a estudar para a final: em casa e com minha mãe. Aí eu aprendia. Nas aulas, eu costumava olhar pro teto ou pra algum ponto fixo no infinito. Cansei de escutar gracinha de professor: vai chover? E eu voltava ao real. Certa vez comecei a imaginar que minha caneta era uma nave espacial decolando pelo espaço da parede e o professor me humilhou dizendo que eu era uma criança. E era, estava na 8ª série. Quando eu era 6ª série, uma professora chamou minha mãe para conversar. Disse que se sentia profundamente incomodada com minha presença na sala pois eu não falava nada, não falava com ninguém. Mal sabia ela que o torturado ali era eu. Eu nunca tive amigos no colégio. Não tenho amigo que eu diga: este é meu amigo desde os tempos do colégio. Não fiz amigos no colégio pois a repulsa que eu tinha por aquele ambiente incluía também todos os que lá estavam, e também os meus colegas. Em pensar que na minha rua eu era um outro menino. Tímido, introvertido, mas feliz, líder dos meninos da rua álvaro, capitão do time da rua, entre outras coisas. Eu só fui melhorar no colégio a partir do segundo grau, hoje ensino médio.
Teria sido ótimo ter feito homeschooling. Pelo que entendi, essa prática vai muito mais do indivíduo que aprende do que de quem ensina. Os críticos dizem que são os pais que serão os professores. Não é assim. Não tem professor na parada. Tem leitura. Tem vivência. Tem no máximo orientação. Millôr tem um texto em que defende que a única coisa que o Estado deveria ensinar era a ler, o resto cada pessoa aprende lendo. Fantástico, não? Nós temos uma capacidade incrível de aprender coisas sozinhos, de desenvolver idéias, de entender seja o que for. Acho que vale a pena pensar nisso com atenção.
Jun 16
Jun 12
Fomos campeões. Batemos o Vasco de Moreno e o Coringão de Lennine e agora vamos pra Libertadores.
Perdemos de 3 a 1 lá, e ganhamos de 2 a 0 na Ilha. Simples assim. E chega de time de série B, e que venha o Boca, o River,a LDU.
O lado chato disso tudo é assistir o jogo com as tvs torcendo aberta e descaradamente pro Corintians. Escutar Arnaldo César Coelho dizer que o que não foi pênalti, foi, e o que foi, não foi. Aliás, na jogada de Acosta o goleiro do Sport toca primeiro na bola, jogada legal. Na de Enilton, Fabinho, que é um jogador descontrolado, faz penalti claro, depois ainda se levanta pra dar um chute nas costas do jogador do Sport. Mas Arnaldo César Coelho não viu isso, Mano Menezes, que é um técnico ruim, também não viu e fica dando declarações “misteriosas”. Enfim, quem conhece futebol e assitiu sem paixão viu um jogo disputado e vencido pela melhor equipe, o Leão da Praça da Bandeira.
E no mais, Deus fala com Carlinhos Bala e disse que o Sport seria campeão e que ele, Bala, faria um gol. Isso aconteceu. Já quando perguntado pelo repórter da ESPN pelos números da megasena, Bala disse que não poderia dizer pois Deus não permite jogos de azar.
Também vale a pena dizer que Romerito, que eu coloquei na seleção do brasileiro do ano passado e todos os milhares de leitores deste blog me criticaram, foi o artilheiro da competição com 6 gols em 7 jogos.
É o Sport que emociona o Sport que a gente ama.
Beautiful photos of the Space Shuttle lifting off and of earth from space. Check out the cloud wake and the thunderheads.
(link)
Google is providing real-time stock prices now…no page refresh necessary. So you can, for instance, watch Apple’s stock price drop after Jobs’ keynote. Now I know how daytraders feel…I can’t take my eyes off of the screen.
(link)
J.K. Rowling’s terrific commencement address at Harvard is available as a video, MP3, or text.
The fact that you are graduating from Harvard suggests that you are not very well-acquainted with failure….
I think it fair to say that by any conventional measure, a mere seven years after my graduation day, I had failed on an epic scale. An exceptionally short-lived marriage had imploded, and I was jobless, a lone parent, and as poor as it is possible to be in modern Britain, without being homeless. The fears my parents had had for me, and that I had had for myself, had both come to pass, and by every usual standard, I was the biggest failure I knew.
Now, I am not going to stand here and tell you that failure is fun. That period of my life was a dark one, and I had no idea that there was going to be what the press has since represented as a kind of fairy tale resolution. I had no idea how far the tunnel extended, and for a long time, any light at the end of it was a hope rather than a reality. So why do I talk about the benefits of failure? Simply because failure meant a stripping away of the inessential. I stopped pretending to myself that I was anything other than what I was, and began to direct all my energy into finishing the only work that mattered to me. Had I really succeeded at anything else, I might never have found the determination to succeed in the one arena I believed I truly belonged. I was set free, because my greatest fear had already been realised, and I was still alive, and I still had a daughter whom I adored, and I had an old typewriter and a big idea. And so rock bottom became the solid foundation on which I rebuilt my life. ,…Failure gave me an inner security that I had never attained by passing examinations. Failure taught me things about myself that I could have learned no other way….Such knowledge is a true gift, for all that it is painfully won, and it has been worth more to me than any qualification I ever earned….
Jun 11
Nick sez, “Jonathan Zittrain gets so many things right in his book, The Future of the Internet and How to Stop It about what he calls ‘generative technology’ and why it’s so important. It’s chock-full of all sorts of issues that make Boingers salivate - freedom of speech, copyright, open source software, digital rights activism, privacy, censorship - put together into a very convincing argument in favor of unbridled innovation.
This is definitely a book that you don’t want to pass up. It’s licensed under a Creative Commons Attribution Non-Commercial Share-Alike 3.0 license and freely downloadable from the book’s website.”
The iPhone is the opposite. It is sterile. Rather than a platform that invites innovation,
the iPhone comes preprogrammed. You are not allowed to add programs
to the all-in-one device that Steve Jobs sells you. Its functionality is locked
in, though Apple can change it through remote updates. Indeed, to those who
managed to tinker with the code to enable the iPhone to support more or different
applications,4 Apple threatened (and then delivered on the threat) to transform
the iPhone into an iBrick.5 The machine was not to be generative beyond the innovations
that Apple (and its exclusive carrier, AT&T) wanted. Whereas the world
would innovate for the Apple II, only Apple would innovate for the iPhone. (A
promised software development kit may allow others to program the iPhone with
Apple’s permission.)Jobs was not shy about these restrictions baked into the iPhone. As he said at
its launch:We define everything that is on the phone. . . . You don’t want your phone to be like
a PC. The last thing you want is to have loaded three apps on your phone and then
you go to make a call and it doesn’t work anymore. These are more like iPods than
they are like computers.6
(Thanks, Nick!)